20 junho 2015

[Manga] Fruits Basket


Apelidado carinhosamente pela própria autora, Natsuki Takaya, de Furuba (pelo menos assim foi traduzido), tem 23 volumes, cada um com um personagem na capa e de cores diferentes. É um mangá marcado pelo drama, em que os personagens tem histórias trágicas, uma maior do que a outra, em que você não sabe qual decidir ser a pior (sério). Apesar disso, tem bons momentos de comédia o que me fez ter a esperança de que tudo terminaria bem.
Tohru Honda, a personagem principal do mangá, é ingênua, alegre e formal. Recentemente, perdeu a mãe num acidente terrível, vive em uma barraca no meio de uma propriedade que não sabia a quem pertencia. Um dia, caminhando para a escola, percebe que há uma casa grande na área. Aproxima-se, curiosa, tendo logo a atenção tomada por um conjunto dos 12 signos chineses exposto na varanda da casa.

O proprietário da casa chega e começa a ter uma conversa com ela, que meio que flerta com a garota – que não nota – depois aparece o garoto mais popular da sua escola, Yuki Souma, que acerta o primo com a bolsa da escola “acidentalmente”. Eles vão juntos para a escola e as fãs de Yuki logo vão “acertar as contas” com a Tohru, que é salva pelas amigas: Saki Hanajima, que tem poderes psíquicos as chamadas “ondas neurais” e Risa Uotani, uma ex-deliquente.


No final do dia, Yuki e seu primo seguem Tohru e descobrem que ela mora numa barraca, o primo que se apresenta depois como Shigure Souma, não segura o riso. Tohru explica a situação, diz até que pagará para ficar na propriedade e seguido algum tempo de conversa, Shigure diz que houve um deslisamento de terra. Para o azar de Tohru, foi justamente em cima de sua “casa”. Sem escolha, ela é acolhida pelos Souma.

No outro dia, aparece mais um primo de Yuki, Kyo Souma, inimigo declarado dele, sempre dizendo que vai derrotá-lo e usando palavras agressivas com o mesmo. E é quando o segredo da amaldiçoada família Souma é revelado, quando abraçados por alguém do sexo oposto, transformam-se no animal sobre o qual guardam o signo. Não direi a quais animais eles correspondem, porque perde a graça. E como Tohru chega a “abraçar” Kyo? Ele aparece quando ela está conversando com Yuki, quebrando literalmente o teto, ela desliza num destroço e cai, apoiando-se em Kyo, termina por abraçá-lo, transformando-o em um... Animal.



Todos os membros da família Souma tem personalidades únicas, influenciadas de certa forma pelo seu signo regente, são bonitos. Inclusive o patriarca, que representa o Deus do conto em que os 13 animais: rato, gato, vaca, javali, galo, cavalo, tigre, dragão, carneiro, cão, macaco, coelho e serpente são convidados para uma festa, mas o gato fica de fora por ter sido enganado pelo rato.

Tohru tem verdadeira admiração pelo gato, desde criança e chorou, quando a mãe lhe contou a história. E, apesar de não se dar bem com o garoto que representa o gato, depois as coisas vão se ajeitando...



Também ao conhecer os outros signos, nem todos gostam dela de cara. Principalmente, o patriarca. Ela passa a se divertir descobrindo aqueles que são “dos 12”, e tem por objetivo algo que faz o patriarca odiá-la mais ainda

É um dos meus mangás preferidos! Recomendo que leiam, evitei os spoilers como sempre, haha.



Olá gente, aqui é a Lena. Só estou dando alguns avisos sobre a resenha: Ela não foi feita por mim, mas pela Kiyo. Lembram dela? E também gostaria de dizer que essa mesma resenha foi publicada em outro blog, o Colecionadores de Histórias: Aqui.

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